Posts de Janeiro, 2009

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The star between your fingers

Janeiro 29, 2009

the_star_between_your_fingers_by_leehitFoto tirada por laíz, assim como o título da mesma. Ahn, essa sou eu…^^’

Quando eu fiz a careta pra essa foto, eu só a fiz. Não foi para a lente, foi porque tinha que ser. Assim como nós duas, foi porque tem que ser…

Obrigada pela tarde tão bonita, entre a camada de luz e a de água nos vimos em reflexos da nossa própria combinação; e foi a primeira vez, que alguém disse que eu não merecia nada daquilo, que a culpa não era minha, com lágrimas nas pestanas… Você me mostrou que eu estava errada ao pensar que a compaixão nesse mundo se extinguia.

The star inside your eyes.

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Perdendo o fio da meada.

Janeiro 23, 2009

É só disso que se trata.

a_few_more_hearts_by_ketchup_suicide

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Nesses dias quando nos sentimos sozinhos entre as pessoas.

Janeiro 22, 2009

Às vezes pergunto a mim mesma sobre as máscaras que usamos, se seriam reais. Sabe o que eu acho, que são tão reais quanto esses trilhos enferrujados de trem onde ando. Porque fazemos uma imagem dos momentos e não há divisa para a ilusão e a realidade de nossas verdades. Por isso não me importo quando me contam uma mentira, nem uma verdade.

São a mesma coisa pra mim, o que as define é a vontade de acreditar. Quando se diz uma verdade que para alguém não passa de brincadeira, ela é imediatamente uma mentira para aquela pessoa. Por isso, não me importo com a realidade dos fatos, mas sim com os gestos da pessoa que me conta sua história; que é mais interessante do que a veracidade.

Me lembro disso, porque me sinto mal, quando exigem de mim o concreto, e meu sorriso gentilmente diz, que nossas vidas já estão repletas de concreto, seja nas paredes ou no chão à nossa volta. Faz-me melhor, olhar o céu.
colorless_by_asuka1111
Para um amigo;que não me deixa ver sua linha de apolo.

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Isso não tem sentido.

Janeiro 10, 2009

Foi um dia nublado quando cheguei naquela escola, me pareceu um tanto decrépita, com suas paredes de tijolos sujos de limo. No primeiro dia de aula foi que me ensinaram a não piscar, porque a cada pestanejar eles disseram que eu perderia um milionésimo da realidade. E isso, disseram eles, não era uma coisa boa. Agora que me tiraram as armas, me pedem que lute. Mas, adivinha só? Sinto que estou batendo nas portas do céu.

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Num só dia…

Janeiro 9, 2009

“As escadas pareciam altas, a mala pesava. Tocou a campainha, demorou a ouvir passos, sentiu a ansiedade transformar-se em alivio: aporta se abriu.
–Olá, anh você, pode entrar e subir.
Em silêncio carregou a mala por corredores escuros e passagens alternativas, suas pernas pareciam ir mais rápido, já seus pés, pareciam ir como na realidade; com o peso que lhes convém.
Se sentia fraca e tremia com os raios de sol que agora iluminavam o telhado, finalmente havia chegado. Desceu com cuidado caindo pela janela lateral, pendendo sobre a insustentável leveza que carregava essa mala.
Caiu como um gato, ajeitou sua roupa enquanto sorria, vendo a surpresa preenchendo o lugar.

–Cheguei, estou aqui.”

Um só olhar basta…

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À pedido:

Janeiro 8, 2009

blue_butterfly_by_sorana_chan

”Era um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes que viviam sempre fazendo perguntas. Algumas ele sabia responder, já outras não.

Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, sempre enviava as meninas para passarem férias com seu pai que calejado pela idade e sábio pela vivência morava na área rural de uma cidadezinha do interior. Que sempre respondia todas as perguntas das netas sem hesitar.

Impacientes com o conhecimento do avô, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder. Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no avô.

- “O que você vai fazer?” – perguntou a irmã.

- “Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o vovô nos der estará errada!

As duas meninas foram então ao encontro do senhor, que estava como sempre quieto sentado em uma banqueta em frente a casa e com o olhar perdido no horizonte.

- “Vovô, tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me, ela está viva ou morta?”

Calmamente ele sorriu e respondeu:

- “Depende de você… ela está em suas mãos”.

E talvez não fosse melhor deixar a borboleta escolher por si mesma?

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Imagens alteradas.

Janeiro 7, 2009

Normalmente tentamos manipular a imagem que passamos para que o mundo nos perceba como a pessoa que apresentamos ser. Só que a imagem que fazemos de nós mesmos também não é verídica.

alice3

Só tente não gritar.