Desculpem os termos, mas são inevitavelmente estes. Eu resolvi que vou fazer arquitetura e LEA e pronto. Chega de resmungos e bestagens, preciso trabalhar em prol de algo e principalmente de mim mesma. Comecei o curso de desenho, começarei estudos de história da arte e também de matemática.
Finalmente aconteceu e incrível estou trabalhando para tomar vergonha na cara!
Deixemos de assuntos chatos de certo ponto e partamos para a velha e boa decomposição lírica:
O grito, aquele que vem do mais dentro impossível, aquele que não produz vibração sonora, mas etérea. Aquele que se contorse, remoe e destrincha, até sair como um pássaro de uma gaiola de galhos…
Aquele que é meu e de mais ninguém, que somente em minha liberdade posso sentir e somente em minhas asas oníricas posso violentar, tamanha força tem o seu bater d’asas.
Grito.
Choro.
Canto.
De dentro para fora, dos olhos para a luz, onde o nada é niquice.



