Letra de volta as aulas,
Abandono da consistência
e da coesão.
Um misto de desleixo
e paciência.
Quem sabe ainda volto à realidade.
Um dia me disseram
E agora tudo que quero;
[Posso.
Mas é tão breve e
aquarelado
que apanho brumas
De vento.

Letra de volta as aulas,
Abandono da consistência
e da coesão.
Um misto de desleixo
e paciência.
Quem sabe ainda volto à realidade.
Um dia me disseram
E agora tudo que quero;
[Posso.
Mas é tão breve e
aquarelado
que apanho brumas
De vento.

Momentos em que gostaríamos de ter uma câmera fotográfica que os registrasse. Mas nem as palavras podem fazê-lo, só cabem em seus segundos…
(Chuva caindo só numa parte do mar, e o sol batendo(no mesmo lugar) na espuma das ondas.)
PANTEÍSMO
Chuva Vindo.
(escrito em letra bem indecifrável, com manchas de nankin em cima – usei o papel pra limpar o bico-de-pena -e perdido atrás da mesa.O dia foi muito memorável para ser esquecido.)

Cenários no mais
refletido
papel de arroz me rodeiam.
E tornam nítidas
as Sombras.


Não procure saber onde estou
Meu destino não é de ninguém,
E eu não deixo
os meus passos no chão.
Se você não entende não vê,
se não me vê; não entende…
Não procure saber onde estou
se o meu jeito te surpreende…
Toda vez que eu leio essa música. Eu tenho que ficar cantando.
Principalmente essa parte. Para os dias em que o sol bate no rosto, e há um sinal de chuva,talvez uma brisa e umas nuvens cinzas. Mas está quente.
