
Bom humor
Maio 15, 2008Compartilho com Drummond o meu inadesapegável lirismo, e com Manoel de Barros o dicionário.
*pisca*
Kila, isso que me deu, lembrou tanto de ti.

Compartilho com Drummond o meu inadesapegável lirismo, e com Manoel de Barros o dicionário.
*pisca*
Kila, isso que me deu, lembrou tanto de ti.

Esse frasco de botões é assustadoramente identico ao meu. E eu achei essa foto totalmente por acaso. O que claro não prova nada, mas me diz… Nem quero muito pensar sobre isso agora. Mas de certo que deve querer dizer algo, será?
Pocahontas. Sempre gostei, uma das minhas idolas infantis.
“Já ouviu um lobo uivando pra a lua azul?
Será que já viu um lince sorrir?
É capaz de ouvir as vozes da montanha?
E com as cores do vento colorir?
A lua, o sol e o rio são meus parentes
A garça e a lontra são iguais a mim
Nós somos tão ligados uns aos outros
Nesse arco, nesse círculo sem fim”
Ela sempre entendeu a forma como árvores, pedras, ursos e humanos são para mim, um quê de indistintos; entre si. ( Eu e minha eterna ilusão de panteísmo)
Admito que esse post tá completamente sem pé nem cabeça, mas vocês ligam tanto assim pra extremidades?



Eles são extremamente importantes, em qualquer quisito, de um blog a um corte de cabelo. Principalmente se vêem de pessoas tão queridas…
Obrigado mesmo, amo todos eles e fazem tanto parte dos meus textos que eles passam a ser nossos;
Abraça…

Acho que eu sou tão pálida quando essa menina aí em baixo.
( se não estiver mais até…)
–Rita, você anda tão ensimesmada. ( Essa é uma palavra/expressão de minha mãe curiosa.)
Em-si-mesmada.

Sentimento de que não gosto muito, esse ficar comendo chocolate, andando pra lá e para cá, olhando para a esquina, pegando diversos livros da estante.
Alguma coisa me salve dele, ainda que seja sono e sonhos, vou dormir cedo, pra acordar cedo. Só assim pra estudar direito… Acho que vou andar de madrugada, me faz bem.

Você me fez ler isso:
A gente tem o que precisa e não o que merece.
Tantas coisas fazem sentido agora.
só não arrisco dizer tudo.
mas é uma parte grande desse tudo.

Tem tantas palavras, diferentes, iguais, mas a intensidade que damos a elas, A sua verdadeira face de intenção é que as torna ditas e com significâncias.
Hoje eu aprendi o que é sentir perdão, por si mesmo e por outros alguens, por entender que estamos todos numa grande “roda da fortuna” e que podemos escapulir, cair e até sermos maus e crueis, mas no fundo sou igual a Anne Frank [ "Apesar de tudo, ainda creio que os Homens, no fundo do coração são bons."] E percebo agora, também na superfície.
Essas coisas acontecem e desacontecem e assim devemos, ainda que relutante para mim, fazer escolhas, prometo que vou dançar consoante esta música que não gosto.
As vezes creio que segurei aonde for, escuro ou claro, não há como recuar, a não ser que essa seja sua escolha e ainda assim o mundo te impele, pra frente. “Son fear is the heart of love” Eu ouvi isso. E guardei.
Eu estou muito cheia. Vou esvaziar um pouco essas bolhas negras que se alojam em algum canto por aqui, respirar ar puro, onde a minha natureza me ouve e me compreende, permanece em meu silêncio. Cheiro de folha, de terra, de água, jogar as cinzas da madeira que queimou para a terra crescer mais e mais forte, conforme o tempo. Arrancar as ervas daninhas e deixar as que são necessárias à paisagem.
Meus amigos, não temam, que a vida em cada momento seu é uma só e sendo a mesma, não nos vira as costas; isso eu aprendi com ela hoje. Eu perdoei, a mim, a ti, e ao lobo.